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sábado, 16 de março de 2019

4 vantagens de usar o espaço gourmet para receber seus convidados



Após algumas rodadas apenas aproveitando a hospitalidade alheia, eis que chega a sua vez de sediar a reunião mensal da turma do escritório. Desde que soube disso, sua maior preocupação tem sido:como receber todo mundo confortavelmente se o apartamento não tem espaço para tanta gente?

Ora, meu caro, quem disse que você precisa enfurná-los todos no apê? É para isso que serve o espaço gourmet.

Essa é uma das vantagens de se viver em condomínios equipados com ampla infraestrutura de lazer: não é preciso sair da segurança do residencial para se divertir ou entreter a família. Em tempos de caos urbano, saber que as crianças estão a salvo no playground do prédio representa um alívio e tanto.

Mérito das construtoras, que perceberam a demanda e passaram a dedicara maior espaço em suas plantas às áreas compartilhadas, visando aumentar a taxa de permanência dos condomínios e, de quebra, valorizar seus empreendimentos.

Assim, temos cada vez mais condomínios dotados de áreas verdes, salões de festa, academias e, claro, espaços gourmet. Quer saber por que vale a pena contar com essa comodidade? Conheça agora quatro benefícios de se usar o local para receber seus convidados. Mas antes....

O que é espaço gourmet

Espaços gourmet derivam de uma tendência que tomou conta da gastronomia popular.
Começou por iniciativa das redes de fast-food, que passaram a rebuscar o cardápio como forma de agregar valor a seus produtos. Desde então, ninguém mais como simples hambúrgueres; somente hambúrguer gourmet.

A onda não demorou a chegar aos lares. Estimuladas pelo sucesso de programas do tipo "Masterchef", as pessoas descobriram o prazer de testar receitas sofisticadas em casa.
Perceberam, entretanto, que a brincadeira seria mais estimulante se tivessem um cantinho inspirador para realizar suas experiências culinárias. Surgiram, assim, as cozinhas gourmet.

O espaço gourmet reúne um pouco de tudo isso, mas está mais para uma área de churrasco chique: em lugar de uma chaminé encarvoada e mesas de boteco, o que temos é um local com layout moderno, planejado e equipado para receber as pessoas em torno de uma bela refeição.

Agora que já explicamos do que se trata, vamos ao que realmente importa: as vantagens de se usar o tal espaço gourmet. E a primeira delas é....

1. Evitar bagunça no apê

Pense só nas vezes em que quis juntar a família e amigos para desfrutar de um jantar agradável, mas desistiu em virtude da trabalheira que dá cozinhar em casa para muita gente.

É de sentir arrepios pensar na pilha de louças para lavar ao final do encontro, do lixo para recolher e dos móveis par pôr no lugar. Usar o espaço gourmet do condomínio, por outro lado, evita toda essa função. Você pode contar com um local projetado para receber bom número de pessoas e, em geral, não é necessário se preocupar com a limpeza: uma equipe normalmente se encarrega de deixar tudo em ordem.

2. Gastar menos com restaurante

Na falta de um local adequado, sempre que queremos celebrar optamos por ir a um restaurante ou clube. Trata-se de uma alternativa muito válida, que pode ser usada eventualmente, independente da existência ou não de um espaço gourmet.

Entretanto, sair implica enfrentar o trânsito, preocupar-se com a segurança no entorno do lugar onde se pretende ir e pô a mão no bolso: a depender do seu paladar ou do tamanho da família, jantar dora pode ter um custo elevado.

Já o uso do espaço gourmet costuma exigir o pagamento de uma taxa, mesmo assim o custo-benefício é melhor, se colocarmos tudo na ponta do lápis. Além disso, fica muito mais barato comprar os produtos no mercado e fazer a própria refeição em casa. Sem contar que é muito mais cômodo e seguro desfrutar de uma "jantar fora" em pleno condomínio.

3. Ter um salão de festa para toda a família

Não é somente a reunião do pessoal do escritório que pode sediar com sucesso no espaço gourmet do condomínio. Qualquer encontro informal de amigos e até um evento mais elaborado tem ali o palco ideal.

Pode ser, por exemplo, a festa de aniversário do caçula. Como as construtoras têm se empenhado em embutir o maior número de áreas em seus projetos, não é raro encontrarmos espaços gourmet localizados próximos a outros espaços como playgrounds, brinquedotecas, quadras e salões de jogos, garantindo assim diversão dos pequenos.

Assim, todo mundo se diverte e você relaxa, Da mesma forma, uma festinha de adolescentes pode ser facilmente organizada no local sem que sua filha ache que o programa será uma "chatice". Desse modo, você economiza ao dispensar salão de festas e não se preocupa em levar ou buscar a teenager.

4. Impressionar a turma com um churrasco chique

Um pouco de exibicionismo não faz mal a ninguém. Então, como deixar de impressionar a turma do escritório com um jantar e um local bacana, todo equipado e bastante confortável?

Espaços gourmet têm essa cara moderna, arejada, e contam com tudo o que se precisa, fogão, forno, geladeira, bastando apenas que você demonstre seus dons culinários. Equipados com mesas amplas, para oito a doze pessoas, mais banquetas e bancada de apoio, é um local prático e convidativo.

Além disso, muitas vezes espaço gourmet está localizado próximo a área da churrasqueira, o que possibilita o uso dos dois ambientes.

Salvo se errar o ponto da carne, você tem tudo para deixar excelente impressão.

Além disso, é um item que agrega valor ao imóvel. Se for o seu desejo ou necessidade vender o apê, sabe que a unidade será valorizada em vista da completa estrutura do condomínio.

Portanto, não faltam motivos para comemorar a existência de um espaço gourmet em seu condomínio. As vantagens estão aí, basta reservar o local e passar horas agradáveis em companhia de quem você gosta. Boa festa!

quinta-feira, 14 de março de 2019

Cuidados para se ter com piscinas de condomínio


O termômetro subiu e você a quilômetros de distância da praia mais próxima, sem a menor chance de sair de casa. Sorte sua morar em um condomínio com piscina: ao menos, vai poder dar um mergulho e se refrescar um pouco.
Esse privilégio que alguns edifícios e conjuntos residenciais oferecem é, sem dúvida, um ativo importante: ter a possibilidade de relaxar à beira da piscina depois de um dia estressante ou passar uns momentos agradáveis em família num oásis em pleno calor da cidade é o que faz a taxa de condomínio valer a pena!
Relaxar, porém, não pode ser entendido como descuidar. Piscinas são lugares que pedem atenção, uma vez que, infelizmente, acidentes em locais assim não são incomuns — especialmente envolvendo crianças, o que é mais triste.
Por isso, fique esperto. Neste post, trouxemos alguns cuidados que você deve ter em piscinas de condomínio para evitar estragar o seu lazer. Acompanhe:

Verifique as condições da piscina

Conhecer a palmo determinado lugar nos dá um trânsito mais seguro pelo local. Sendo assim, é importante avaliar as condições gerais da piscina e os equipamentos associados a ela.
Por exemplo, uma área cercada e com portão permanentemente fechado oferece a relativa tranquilidade de saber que as crianças não poderão entrar sorrateiramente em terreno perigoso.
Do mesmo modo, saber qual a profundidade da piscina em todos os pontos e se ela dispõe de ralos para evitar que a sucção prenda os cabelos de alguém no fundo (principal causa de afogamentos) evita surpresas desagradáveis.
E não deixe de se manter a par das regras de uso determinadas pelo condomínio: ali devem constar rotinas de segurança e formas de aproveitar o espaço em harmonia com os demais usuários, como mandam as boas regras de convivência em áreas compartilhadas.

Não desgrude os olhos das crianças

As dicas mencionadas acima não o isentam de cumprir o seguinte mandamento: fique de olho nas crianças o tempo todo. Sabemos o quanto os pequenos adoram brincar dentro d’água e isso, inclusive, é ótimo para o desenvolvimento deles, mas jamais permita que o façam sem a supervisão de um adulto.
É necessário frisar que a simples presença de um adulto não elimina o risco de acidentes. Ficar estirado na espreguiçadeira, absorto no que publicam no Instagram, não os manterá mais seguros. É preciso ficar atento.
Em favor dos pais, devemos dizer que a molecada é hábil em burlar a mais rigorosa vigilância. Sendo assim, faça com que estejam munidos de boias de braço. Outra boa medida é ensiná-los o quanto antes a nadar. Mesmo assim, nunca os perca de vista.

Ande, jamais corra

Tem horas que o pessoal, animado por um espírito gaiato, inventa de fazer estripulias à beira da piscina. Pois esse tipo de atitude não é nada recomendado (e as regras do condomínio devem deixar isso bem claro).
A mania de correr em volta do local, em especial, deve ser desencorajada. Crianças gostam muito de fazer isso, mas seja firme em frear o ímpeto da galerinha. Toda a área em volta da piscina, principalmente nas bordas, fica molhada e bastante escorregadia, o que torna a correria um perigo real.
Portanto, não corra em volta da piscina. Caminhe.

Evite “guerrear” dentro da piscina

Ainda falando em “espírito gaiato”, você sabe como é: sempre aparece alguém mais animadinho querendo propor uma gincana dentro d’água. A isso seguem-se empurra-empurras, cavalos de guerra e outras brincadeiras com potencial de causar problemas.
Tenha em mente duas coisas: brincadeiras desse tipo fatalmente aborrecem alguém — e com razão. O pessoal espirra água nos outros, promove gritaria e pode machucar as crianças.
Segundo, a chance de alguém cair e bater violentamente nas bordas é muito grande. Por isso, zele pela tranquilidade do equipamento e desestimule quem queira causar tumulto.

Se beber, não nade

Rolou um churrascão de domingo, regado a muita cerveja, e você sentiu aquela vontade de nadar? Pois respire fundo, fique quietinho em um canto e deixe a vontade passar. Consumir bebida alcoólica e entrar na piscina está fora de cogitação.
Por melhor nadador que você se considere, as cervejas a mais vão afetar o seu discernimento. Isso pode ter um resultado bem ruim: seja uma queda inesperada, um choque com outro banhista ou até algo mais sério. Não corra esse risco.
O mesmo vale para quem saboreou aquela feijoada. Nadar (aliás, fazer qualquer exercício) logo após uma refeição pesada pode, sim, causar desconforto gástrico, vômitos, câimbras e até um eventual choque térmico. Como você vê, a sua mãe tinha mesmo razão.

Nunca nade sozinho

A advertência está expressa no acesso à piscina de alguns condomínios e convém respeitar. Ou seja, nunca nade sozinho. Mais uma vez: ainda que você saiba nadar muito bem, não é seguro permanecer na água quando não há ninguém por perto.
Você pode até achar que não tem como correr risco praticando umas braçadas inocentes, mas dá para escrever um livro só de relatos de acidentes envolvendo nadadores solitários.
Assim, tenha sempre alguém junto com você na hora de curtir um mergulho. E respeite os horários determinados pelo condomínio para uso da piscina. Nada de bancar o espertinho, viu?

Não mergulhe de cabeça

Domingão de sol bombando, gente bonita em volta da piscina, e você decide fazer uma entrada triunfal: estufa o peito, capricha na pose de saída e dá um baita mergulho de cabeça. Péssima ideia!
É muito fácil a gente se enganar quanto à verdadeira profundidade de uma piscina. Aquela água translúcida normalmente dá a impressão de que o fundo é mais embaixo — quando, na realidade, não é.
Isso pode levar a um erro de cálculo bastante perigoso. Então, esqueça o plano de pular de cabeça. Aliás, o melhor jeito de entrar na piscina continua sendo o tradicional: pelas escadas. Do contrário, um descuido e você pode cair justo em cima de alguém.
Adotar esses cuidados simples, porém essenciais para quem vive em condomínio com piscina, é a melhor maneira de passar um verão tranquilo, refrescante e seguro. Mas não existem atalhos: incorpore essas dicas em sua rotina, siga as recomendações do síndico e jamais subestime o que está sob a superfície desse popular equipamento de lazer. Assim, não tem com que se preocupar.

Saiba como montar uma horta comunitária em seu condomínio!


Existem muitos motivos para você querer ter uma horta comunitária em seu condomínio: o preço do tomate pela hora da morte, a chance de melhorar a alimentação da família ou o fato de os legumes na banca de hortifrúti apresentarem cor bem diferente daquela que você conhecia (agradeça aos agrotóxicos por isso).
Além do que, pode ser uma tarefa bem estimulante remexer a terra e zelar pelo crescimento das plantas, passando algumas horas relaxantes na companhia da família (envolver as crianças nessa atividade é um prazer a mais). Ao final, você tem a satisfação de colher uma cesta de vegetais frescos para o jantar.
Por fim, vale dizer que a horta comunitária oferece a oportunidade de envolver os vizinhos em um projeto ecológico, sustentável e que estimula o espírito de cooperação entre os condôminos. Tudo sem exigir grandes estruturas nem perícia técnica ou conhecimentos avançados. Um pouco de organização e disposição e o resultado satisfará a todos.
Como você pôde concluir, não faltam razões para investir em uma horta comunitária. O que falta saber é: como fazer? Qualquer lugar serve? O que poderemos plantar? Para tirar todas essas dúvidas é só continuar conosco. Então, prepare as ferramentas que já vamos começar!
Exponha o plano
Se você espera cooperação, terá de contar com o apoio do maior número de pessoas possível.
Sendo assim, banque o “portador da boa nova” e saia por aí coletando engajamento. Como ponto de partida, converse com o síndico e peça para incluir o assunto na pauta da próxima reunião do condomínio.
É necessário que o plano seja aprovado em assembleia. A maioria simples basta caso a horta ocupe uma área não construída. Se a ideia for utilizar uma área já construída, você precisará contar com a anuência de ao menos dois terços dos moradores (artigos 1341 e 1342 do Código Civil).
Trate do assunto com entusiasmo, expondo os benefícios da medida (alimentação saudável, atividade prazerosa, economia). Faça uma pesquisa prévia na internet para obter algumas informações preliminares e melhorar a sua argumentação.
Uma vez tendo conseguido a aprovação, forme com os demais interessados um comitê gestor, responsável pela manutenção do espaço. Estabeleça uma escala de responsabilidades e defina em conjunto os próximos passos. Então, parta para a ação.
Escolha o espaço de plantio
Antes de seguir adiante, é importante ressaltar que podemos construir uma horta de duas maneiras: a tradicional, plantada no solo e também chamada “horizontal”, e a vertical. Esta última é muito utilizada quando não há espaço disponível. É o recurso usado por quem curte cultivar hortaliças em seu apê.
No caso de uma horta comunitária, a questão do espaço é importante — o que implica a adoção do formato horizontal. Sua adoção também justifica a submissão do assunto à assembleia de condôminos.
Dito isso, deve-se submeter a escolha do espaço às características do lugar. Condomínios maiores, daqueles com várias torres de apartamentos, normalmente dispõem de áreas verdes e outros locais propícios ao plantio de vegetais.
Outros, menores, normalmente não possuem áreas de plantio. Nesse caso, é necessário fazer canteiros (falaremos mais disso adiante). O importante é que a horta não fique à sombra. Quanto maior a incidência de luz solar, melhor.
Prepare os canteiros
Se o condomínio possuir área permeável (com terra) onde seja viável fazer uma horta comunitária, tudo se torna mais simples. A situação fica um pouco mais complicada (mas não muito) se o único local disponível estiver revestido. Neste caso, será preciso tomar precauções para evitar que ocorram problemas de infiltração.
Faça o seguinte: ponha uma manta impermeabilizante ou um revestimento de poliéster flexível para garantir o isolamento do terreno onde será feita a horta. Delimite os canteiros com tijolos e acrescente a terra e o adubo (uma dica é aproveitar o lixo orgânico para fazer compostagem).
Uma alternativa interessante é adotar um esquema de canteiros prontos, como os que a startup luso-brasileira Noocitydesenvolveu. A principal vantagem desse sistema é que ele possibilita maior aproveitamento da água, pois faz com que as regas sejam mais espaçadas.
A propósito, a questão da irrigação é importante. Vale a pena estudar um pouco o assunto, pois a necessidade de água varia conforme o tipo de hortaliça e a temperatura média da região onde você mora.
Inicie o plantio
Com a terra devidamente preparada, é hora de decidir o que será plantado.
Essa escolha deve levar em conta a época do ano, pois nem tudo cresce o ano inteiro. Além disso, algumas sementes e mudas precisam ficar mais fundo na terra, o que pode inviabilizar o seu plantio.
O manjericão, o louro e as pimentas são exemplos de plantas que pedem profundidade maior que 60 centímetros. Outras, como o orégano, salsinha e hortelã, não precisam de tanta terra em cima.
Uma vez que as sementes estejam no solo, defina com o pessoal as escalas de trabalho, pois a horta comunitária necessita de manutenção constante. Além das regas periódicas, é preciso limpar os canteiros, retirando ervas daninhas, e inspecionar as mudas para prevenir a ocorrência de fungos ou pragas.
A rotação de culturas e o plantio alternado de espécies são formas de combater as pragas, mas não deixe de pesquisar na internet ou em casas de produtos agropecuários métodos de controle sustentáveis.
Colha, compartilhe e saboreie
Quando chegar a época de colher, chame todo mundo para ajudar. Não esqueça de incluir as crianças na tarefa (aliás, em todas as tarefas da horta: quanto mais envolvidas no projeto, mais sujarem as mãos com terra e se encantarem com o crescimento dos vegetais, maior será o entusiasmo e o aprendizado).
Por fim, veja com o pessoal a melhor maneira de distribuir os frutos dessa ação coletiva. Pode ser uma boa ideia montar uma banca com os produtos e deixá-los à disposição dos condôminos, para que retirem o quanto necessitem, ou fazer kits e distribuir entre o pessoal.
Quem sabe uma saudável refeição coletiva? Seria um jeito bem diferente de celebrar os primeiros resultados da sua horta comunitária e planejar as próximas ações (quais hortaliças plantar a seguir?), mantendo o pessoal engajado. De quebra, é uma forma de socializar o povo, que é uma das coisas a serem cultivadas (desculpe o trocadilho!) na vida em condomínio.
Esperamos que este post tenha despertado o horticultor que existe em você. Quem sabe até o inspire a cultivar umas plantinhas extras na tranquilidade do lar, o que acha? Se ficou interessado, não deixe de ler o artigo que preparamos sobre como fazer uma horta no apartamento. Boa leitura!